domingo, 22 de novembro de 2015

disse alguem do oriente.

Semântica orgânica de cochichar no seios o penetrar de minhas ideias em cada pedaço de pele que tu carrega. Vou andando e carregando também a gravidade de meus ferimentos dentro de um bolso furado, vou vazando as estrelas do mar com o meu pisante astral da moda.
O silencio já é resposta e a negação revolve o 38 de palavras cor de chumbo e de plata.
Dando voltas cegas em visões terceiras, aspirando o apontar de dedos e cigarros acabados.
aprenda, viva o que se fala e assuma as consequências se suas loucuras, ninguém é tão geminiano que não sinta. Todo ato tem uma consequência, disse alguém do oriente que não se tem certeza de nada nessa vida e em seguida tudo vai, tudo foi.

drama

o sim do redor é tão claro que reflete em tons avivados a morte do que um dia foi.
retalhos, deixe-me costurar os pedaços de um peito que agora, vazio, enche-se em retornos e finais.
assumo que a indiferença invocada pela mesma boca, que um dia gritou calado, é o furto do nascer do sol em minha vida, ou seja, Drama.
drama.
drama.
drama.