O tudo me completa e o nada me fascina. Esse é o absurdo da minha vida e parece que isso não vai acabar, meu fardo é esse! ser agente do caos que a gente pensa em fazer, jogar com as palavras e com as verdades. Ponta de flecha... Ponta de flecha, mão no arco e dedo estalando no teclado pois o infinito que essa parábola insiste em fazer me tatua a derme entorpecendo meu eu da vez.
Sou assim, clandestino de mim atirando mais uma vez uma verdade sobre mim mesmo. cabe a você me ver de perto ou de longe, o referencial é seu.
Sou assim, clandestino de mim.
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