Lá a viola não chorava e o trompete mandava na bossa velha. As onda lentas eram rápidas e o surfe mais praticado era o de trem. Chamou tudo isso de desvida e tatuou em sua realidade as linhas finas do contorno grosso de tudo que já foi.
No final ele já não sabia onde seu trafico de desejos foi parar, o caos de viver onde não se sabe, o consumiu e pelo caminho ele foi contando as luas de suas costuras. sempre contando pra quem quisesse que em seu mundo a lua exigia a sua dança com o sol toda manhã!
tem que escutar pra sentir a vibe da desvida.

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